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Rádio Sant'Ana - AM 1540

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28 de mai de 2011

"NÓS NÃO SOMOS DAQUI" 

 

Pe. Sergio Bedin 

Fonte: http://reginaldochs.blogspot.com/ 

Postado por Seminarista Adriézio lima às 11:42hs 


19 de mai de 2011

O papa Bento XVI anunciou hoje, 19, o tema para a celebração da próxima Jornada Mundial da Paz, a ser realizada em primeiro de janeiro de 2012. A Jornada, que estará na sua edição de número 45, será guiada pela temática “Educar os Jovens à Justiça e à Paz”.

Escutar e valorizar as novas gerações na realização do bem comum e na afirmação de uma ordem social justa e pacífica, na qual possam ser expressos e realizados plenamente os direitos e as liberdades fundamentais do ser humano. Promover essa ideia é um dos objetivos do evento, levando em consideração que é um dever das atuais gerações dar condições às futuras para que construam um “mundo novo”, baseado nesses valores.

Segundo comunicado da Santa Sé para essa Jornada, os responsáveis públicos são chamados a operar de modo que instituições, leis e ambientes sociais sejam permeados por uma humanidade capaz de oferecer às novas gerações oportunidade de realização pessoal e profissional. E que assim seja possível construir a civilidade do amor fraterno, coerente com as mais profundas exigências de verdade, liberdade, amor e justiça para todos os seres.
O tema escolhido por Bento XVI insere-se no contexto da “pedagogia da paz”, delineada por João Paulo II: em 1985, com “a paz e os jovens caminham juntos”; em 1979, com “para chegar à paz, educar à paz”; e, em 2004, “um empenho sempre atual: educar para a paz”
Fonte: www.cnbb.org.br
Postado por Seminarista Adriézio lima às 20:45hs

18 de mai de 2011

Faculdade Católica de Fortaleza e bispos enaltecem 2º Fórum Brasileiro de Cultura


Durante a abertura do 2º Fórum Brasileiro de Cultura, “Desafios da Cultura para a Ação Evangelizadora”, que acontece na Faculdade Católica de Fortaleza (FCF), de 17 a 19, o diretor da FCF, professor padre Almir Magalhães de Oliveira, destacou que o evento trata de temas importantes e tem por objetivo dialogar em favor da cultura.
“É de muita responsabilidade acolher hoje este fórum, pra tratar estes temas de relevância eclesial e pastoral. Sãos os sinais dos tempos explicitados pela cultura moderna e pós-moderna que nos desafiam. Tudo isto tem como objetivo abrir o dialogo com a cultura,e propor caminhos levando em consideração esses dados da cultura”, disse.
O arcebispo de Fortaleza, dom José Antonio Aparecido Tosi Marques, também disse que o evento é mostra a importância do diálogo e é a oportunidade de “falar da dualidade da cultura e da evangelização”. Como exemplo de abertura para o diálogo, dom Antonio se lembrou dos 50 anos do Concílio Vaticano II que será celebrado no próximo ano. “Foi a partir do Concilio Vaticano II que se abriu o dialogo com a sociedade e o mundo”, comentou.

Ainda de acordo com o arcebispo, a Igreja sempre se abriu ao diálogo com a cultura e educação. Dom Antonio mencionou o Pontifício Conselho para a Cultura fundado por João Paulo II para dar maio atenção à cultura e evangelização, bem como das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE) e a Conferência Episcopal Latino-americana de Aparecida que “tomou consciência da mudança de época e onde se colocam os desafios para a evangelização”. Sobre o tema nas DGAE, ele disse que “partem dos desafios da cultura local e mundial de mudança de parâmetros”.
O ex-presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Cultura, Educação e Comunicação Social da CNBB, hoje Comissão para Cultura e Educação, apresentou a caminhada do departamento nos últimos anos e disse que o evento em Fortaleza é a possibilidade de dar maior visibilidade à cultura e as universidades. Em seguida ele deu a palestra “Atualidade da Constituição Pastoral Gaudium ET Spes para o diálogo com a cultura”, abrindo-se espaço para o diálogo e a intervenção dos jovens que estavam no encontro. ( mais de 300 inscritos).
Além desses bispos estava o bispo auxiliar de Fortaleza, dom Rosalvo Cordeiro de Lima. No encerramento do encontro que acontece amanhã, 19, o arcebispo de Sorocaba (SP), dom Eduardo Benes também dará uma palestra.

Fonte: www.cnbb.org.br

Postado por Seminarista Adriézio lima às 21:05hs
II FÓRUM BRASILEIRO DE CULTURA ACONTECE NA FACULDADE CATÓLICA DE FORTALEZA NO REGIONAL NORDESTE I CEARÁ


A Faculdade Católica de Fortaleza (FCF), com apoio da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) promove o 2º Fórum Brasileiro de Cultura: “Desafios da Cultura para a Ação Evangelizadora”. O evento acontecerá no auditório da Faculdade, de 17 a 19.
Segundo os organizadores do Fórum, o objetivo é refletir sobre os desafios que a cultura “compreendida em seu desenvolvimento dinâmico traz para a ação evangelizadora, visando despertar na Igreja o Brasil, uma atitude dialógica e propositiva”.
Hoje, 17, haverá a participação de vários bispos. Os arcebispos de Fortaleza e do Rio de Janeiro (respectivamente), dom José Antônio Aparecido e dom Orani João Tempesta farão a saudação aos presentes. Em seguida, o arcebispo de Campo Grande (MT) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação, da CNBB, dom Dimas Lara Barbosa será o conferencista da palestra: “Atualidade da Constituição Pastoral Gaudium et Spes para o diálogo com a Cultura”.
No dia 18, uma das palestras será a do padre Manfredo Araújo de Oliveira, professor da Universidade Federal do Ceará. O tema abordado será “Desafios da Cultura para a presença da religião no contexto da pós-modernidade”.
E no último dia, 19, “o Diálogo da Igreja com a Universidade. Experiência, desafios e perspectivas”, é o tema da palestra do arcebispo de Sorocaba (SP), dom Eduardo Benes de Sales, em conjunto com a assessora do Setor Universidades da CNBB, irmã Maria Eugênia Lloris Aguado.
Outras informações acesse o site da Faculdade Católica de Fortaleza no endereço: www.catolicadefortaleza.edu.br/II-forum-brasileiro-de-cultura.

Fontes: 
www.cnbb.org.br
www.catolicadefortaleza.edu.br 

Postado por Seminarista Adriézio lima às 21:00hs
2 de mai de 2011

 JOÃO PAULO II NOVO BEATO DA IGREJA DE DEUS

Leonardo Meira
Da Redação, com Rádio Vaticano (em italiano - tradução de CN Notícias)

João Paulo II foi Papa durante mais de 25 anos, entre 16 de outubro de 1978 e 2 de abril de 2005
O Papa João Paulo II será beatificado em 1º de maio de 2011. A data foi oficializada na manhã desta sexta-feira, 14, com a assinatura do decreto de beatificação pelo Papa Bento XVI, que recebeu em audiência o prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, Cardeal Angelo Amato.

A cura da religiosa francesa Marie Simon-Pierre Normand do Mal de Parkinson foi o milagre reconhecido para a Beatificação.


O Rito de Beatificação será presidido pelo próprio Santo Padre, na Basílica de São Pedro, no Vaticano, no II Domingo da Páscoa - conhecido como da Divina Misericórdia, Festa litúrgica instituída pelo próprio João Paulo II.


"A sua vida e o seu Pontificado foram percorridos pelo desejo de dar a conhecer ao mundo todo [...] a consoladora e entusiasmante grandeza da misericórdia de Deus", afirma o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, padre Federico Lombardi.


Leia mais



.: JPII: entenda os passos do processo de beatificação


De acordo com padre Lombardi, a urna com os restos mortais do Papa polonês será transferida das Grutas Vaticanas para o altar da Capela de São Sebastião, na Basílica de São Pedro. No translado, ela não será aberta - logo, não será uma exumação.

Ainda não foi decidida a data em que será celebrada a memória litúrgica do Beato João Paulo II. Esse dia será estabelecido pela Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos após a Beatificação.

Karol Wojtyla - nome de batismo de João Paulo II - foi o 264º Pontífice da Igreja Católica, o primeiro de origem eslava. Ele faleceu em 2 de abril de 2005, após mais de 25 anos como Sucessor de São Pedro.

De acordo com o Cardeal Angelo Amato, a Causa de João Paulo II teve dois aspectos facilitadores.

"O primeiro diz respeito à dispensa pontifícia da espera de cinco anos para o seu início. Já a segunda foi a passagem para um tribunal especial, que não a colocou em lista de espera. No entanto, no que diz respeito ao rigor e zelo processual, não foram dados privilégios. A Causa foi tratada como as outras, seguindo todos os passos previstos pela legislação da Congregação", disse.

Na lista, figuram também os nomes de outros candidatos à honra dos altares através do próximo passo, que é o reconhecimento de mais um milagre para a canonização.


Processo de beatificação

 - 28/04/2005 - Bento XVI concedeu dispensa do tempo de cinco anos de espera para o início da Causa de Beatificação e Canonização de João Paulo II. A causa foi aberta oficialmente em 28 de junho pelo vigário-geral para a Diocese de Roma, Cardeal Camillo Ruini.

O Vaticano explica que a dispensa pontifícia dos cinco anos de espera entre a morte do candidato a santo e o início da Causa aconteceu devido à "imponente fama de santidade de que gozava João Paulo II em vida, na morte e depois da morte";

 - 2/04/2007 - dois anos após a morte, na Basílica de São João de latrão, em Roma, o Cardeal Camillo Ruini declarou concluída a primeira fase diocesana do processo de beatificação de João Paulo II, confiando os resultados à Congregação para as Causas dos Santos. Isso acontece através de uma cerimônia jurídico-processual durante a qual são lidas, em latim, as palavras para a passagem dos documentos, compostos por 130 testemunhos a favor e contra a beatificação, além da conclusão de teólogos e historiadores a respeito;

 - 1º/04/2009 - os relatos de possíveis milagres pela intercessão do Papa polonês sob avaliação da Congregação para as Causas dos Santos somam mais de 250;

 - 19/12/2009 - com um decreto assinado pelo Papa Bento XVI, são reconhecidas as virtudes heroicas e Wojtyla é proclamado venerável;

 - 21/10/2010 - uma Comissão Médica da Congregação para as Causas dos Santos recebe os Atos da Investigação Canônica, bem como os detalhes das perícias médico-legais, para exame científico. Os peritos, após estudar com o habitual cuidado os testemunhos processuais e toda a documentação, expressam-se favoravelmente quanto à inexplicabilidade científica da cura;

 - 14/12/2010 - os Consultores teólogos, após terem acesso às conclusões médicas, procedem à avaliação teológica do caso e, unanimemente, reconhecem a unicidade, antecedência e caráter coral da invocação destinada ao Servo de Deus João Paulo II, cuja intercessão foi eficaz para a cura prodigiosa;

 - 11/01/2011 - a Sessão Ordinária dos Cardeais e dos Bispos da Congregação para as Causas dos Santos emite unanimemente uma sentença afirmativa sobre a cura milagrosa da Irmã Marie Simon Pierre, como realizada por Deus de modo cientificamente inexplicável, após intercessão do Sumo Pontífice João Paulo II, confiadamente invocado tanto pela curada quanto por muitos outros fiéis.



JOÃO DE DEUS: APAIXONADO POR CRISTO

Dom Filippo Santoro - Bispo de Petrópolis - RJ


Neste domingo, 1º de maio, festa da Divina Misericórdia, o Papa João Paulo II foi Beatificado, em missa e ato presididos pelo seu predecessor, Bento XVI. Como aconteceu em sua morte, vemos milhares de pessoas indo para Roma, para Praça São Pedro, com único objetivo, participar da missa, aguardando o momento, quando João Paulo II será declarado beato.

A ida de pessoas de todas as partes do mundo à Praça São Pedro e o interesse das pessoas em acompanhar pela TV, rádio, internet e outros meios, a beatificação de João Paulo II, revela-se nestes dias o aspecto mais tocante no encontro com este papa, seja diante de imensas multidões como no relacionamento pessoal: a sua profunda humanidade.

Ele tinha uma particular intensidade afetiva que conquistava; mas isso não explica tudo. No seu olhar intenso e no seu abraço comovido revelava-se um outro amor, uma outra presença. O papa com a sua humanidade era sinal vivo do amor sem medida de Cristo. Por isso, as pessoas, particularmente os jovens, sentiam um fascínio único e especial: encontravam alguém ferido e apaixonado por Cristo e, por isso, sensível, solidário, amante da vida.

Como são pálidas as tentativas de classificar este papa em esquemas ideológicos de conservadorismo e progressismo ou de projeto restaurador; a única sua preocupação foi indicar a presença de Cristo vivo agora na história, fonte de esperança para a Igreja e para o mundo inteiro, em particular, para os aflitos e para os pobres. O seu olhar não estava voltado na defesa de uma instituição eclesiástica contra os ataques da modernidade e da tecnologia, mas sim a fixar a presença de Cristo, experimentado como vencedor do mal e início de um mundo novo. A defesa da ortodoxia era a defesa de uma experiência preciosa de vida; era o anúncio de Cristo como caminho de plenitude humana contra toda forma de vazio e de desespero. O sofrimento dos últimos anos e dos últimos dias do papa foi o ponto alto da entrega da sua humanidade no seguimento de Jesus.

Desde o primeiro dia de seu pontificado, convidava todos, e não apenas os católicos, a abrir, aliás, a escancarar as portas a Cristo e, com um acento e um vigor totalmente novo, convidava os vastos campos da cultura, da política e da economia, a percorrer a aventura do encontro com o Mistério feito homem. “Cristo, centro do cosmos e da história”, dirá na primeira encíclica “Redemptor Hominis”, segundo a melhor teologia do apóstolo Paulo.

Para levar a todos este anúncio, o Papa se fez missionário em todas as partes do mundo e, particularmente, nas situações mais críticas e delicadas, com uma intrepidez surpreendente. Não teve medo de ninguém, nem das críticas de quantos o acusavam de ir contra a mentalidade dominante no mundo, ou de sair fora dos esquemas da burocracia eclesiástica. Quanto mais firme e sem fáceis descontos mostrava-se a sua mensagem, mais era procurado, particularmente pelos jovens. Mostrou firmeza, coragem e paixão missionária, exatamente quando a Igreja católica começava a viver o complexo de inferioridade diante do mundo e o anúncio de Cristo parecia reduzir-se a um genérico humanismo secular, súdito das ideologias dominantes do momento. Filosofo e agudo expoente da fenomenologia, era atento conhecedor da cultura moderna e contemporânea. Vacinado contra a ideologia marxista e profundamente critico do capitalismo consumista, o Papa proclama incansavelmente o valor insuperável da pessoa humana e da sua dignidade na vida familiar, na convivência social e na ordem econômica e política.

Coloca-se também na vanguarda da luta contra os grandes sistemas totalitários do século XX: o nazismo e o comunismo marxista. E esta posição não é conduzida por meio de reflexões puramente acadêmicas, mas no envolvimento direto pela causa da liberdade dos povos e das consciências. Um papel decisivo é-lhe reconhecido na queda do regime soviético, mas também é intransigente a sua luta em prol da paz em todos os conflitos, particularmente na oposição à guerra no Iraque.

A liberdade para ele não podia ser separada da sua relação com a verdade que, com o seu esplendor, é ponto de referência último da vida da pessoa e da sociedade. Da ligação entre liberdade e verdade depende a firme luta pelos valores éticos no campo da defesa da vida e da sexualidade, contrariando muito pensamento dominante, marcado pela idolatria do mercado e pelo domínio de uma técnica separada de qualquer ponto de referência ético. E neste ponto proclama a unidade de ciência, técnica e ética, indispensável como garantia dos direitos humanos, particularmente dos mais pobres. E aqui se revela a sua insistência na missão social da igreja e na opção pelos pobres que é o transbordar da paixão por Cristo, que incide profundamente na mudança das situações injustas da história. Um papa que avança para as águas mais profundas da santidade e ao mesmo tempo da solidariedade e da justiça; que tem como horizonte não apenas a Igreja, mas o mundo e a vida dos povos.

Outro aspecto inconfundível do pontificado de JPII foi a busca da unidade entre os cristãos e o diálogo com judeus, muçulmanos e fiéis de outras religiões. Os dois encontros de Assis, com lideranças religiosas, constituem uma novidade total no caminho para superar divisões seculares antigas incompreensões. Com grande coragem e humildade pediu perdão em nome dos católicos de todos os tempos, movido unicamente pelo desejo da verdade. Memorável foi também, depois da visita à sinagoga de Roma, o encontro com os hebreus em Jerusalém e sua oração perto do Muro das Lamentações. Entrou em sinagogas e mesquitas, rezou com hebreus e muçulmanos, denunciou a falsidade da teoria do choque de civilizações e, em várias circunstâncias, insistiu sobre o fato que as três religiões abraâmicas são chamadas a ser uma defesa da fé e da civilização contra o domínio de uma visão ateia e puramente mercantilista do mundo.

Tive a oportunidade de acompanhar de perto João Paulo II na visita ao Rio em ’97 e o que mais me impressionou, além dos inesquecíveis momentos do Maracanã e do Aterro, foi a presença cada dia mais maciça do nosso povo mais simples que descia dos morros para cruzar só por um instante o seu olhar e pedir com toda confiança: “Sua bênção, João de Deus”!

 Fonte:  www.cnbb.org.br -  www.vatican.va

Postado por Seminarista Adriézio lima às 16:40hs